Evangelho do dia:Naquele tempo, houve um casamento em Caná da Galileia. A mãe de Jesus estava presente. Também Jesus e seus discípulos tinham sido convidados para o casamento (Jo 2, 1-2).

terça-feira, 1 de setembro de 2015

RITUAL DA MISSA

17. PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS
  Este primeiro momento da liturgia eucarística é assim descrito pela Instrução Geral do Missal Romano (IGMR), n. 73: "...são levadas ao altar as oferendas que se converterão no Corpo e Sangue de Cristo. Primeiramente prepara-se o altar ou mesa do Senhor, que é o centro de toda a liturgia eucarística [...] A seguir trazem-se as oferendas. É louvável que os fiéis apresentem o pão e vinho que o sacerdote ou diácono recebem [...] e depõem sobre o altar. Embora os fiéis já não tragam de casa, como outrora, o pão e o vinho destinados à liturgia, o rito de levá-los ao altar conserva a mesma força e significado espiritual".
  Com o pão e o vinho em suas mãos, quem preside diz ou canta: "Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão (vinho) de nossa bondade, fruto da terra (videira) e do trabalho humano que agora vos apresentamos e para nós se vai tornar pão da vida (vinho da salvação)". A assembleia participa contando ou dizendo: "Bendito seja Deus para sempre!"
  O dinheiro e outros donativos eventualmente recolhidos nessa ocasião têm o sentido de partilha com os mais pobres e necessitados. Serão, no entanto, em um lugar conveniente, fora da mesa eucarística.
  As oferendas, o altar e a cruz podem ser incensados, para simbolizar que a oferta da Igreja e sua oração sobem, qual incenso, à presença de Deus. É muito significativo que a assembleia, em razão da sua dignidade batismal, e quem preside, por ser um mistério ordenado, também sejam incensados.
  No convite que o presidente faz assembleia ("Orai, irmãos e irmãs...") e na resposta da assembleia ("Receba o Senhor...") está expresso que, "na celebração da missa, os fiéis constituem o povo santo, o povo adquirido e o sacerdócio régio, para dar graças a Deus e oferecer o sacrifício perfeito, não apenas pelas mãos do sacerdote, mas também juntamente com ele, para aprender a oferecer-se a si próprios. Formem um único corpo, seja tomado parte nas orações e no canto, ou sobretudo na oblação comum do sacrifício e na comum participação da mesa do Senhor" (IGMR 95-96).
        Padre Carlos Gustavo Haas